![]() |
||
|
.::Câncer de mama::. ![]() Click e doe uma mamografia grátis a quem precisa! Quem é amigo do peito tem peito de clicar! Na Janela
Email
Tombados
Horizonte no BlogSpot abril 2008 março 2008 fevereiro 2008 janeiro 2008 dezembro 2007 novembro 2007 outubro 2007 setembro 2007 agosto 2007 julho 2007 junho 2007 maio 2007 abril 2007 março 2007 fevereiro 2007 janeiro 2007 dezembro 2006 novembro 2006 outubro 2006 setembro 2006 agosto 2006 julho 2006 junho 2006 maio 2006 abril 2006 março 2006 fevereiro 2006 janeiro 2006 dezembro 2005 novembro 2005 outubro 2005 setembro 2005 agosto 2005 julho 2005 junho 2005 maio 2005 abril 2005 março 2005 fevereiro 2005 janeiro 2005 dezembro 2004 novembro 2004 outubro 2004 setembro 2004 agosto 2004 julho 2004 junho 2004 maio 2004 abril 2004 março 2004 fevereiro 2004 janeiro 2004 dezembro 2003 novembro 2003 outubro 2003 setembro 2003 agosto 2003 julho 2003 OutDoors
![]() ![]() ![]() Lugares de descanso
Antigos Horizontes
No banquete
Ambos os 2 Animais fofos Anormal Até que enfim Arte musical Café Paris Caminhando e cantando Cheid Pulgas Claudia Telles CoRa Cuore di Chiara Dias de Chuva Dolce Vita Estado de Circo Jardim das Delícias Louco por vinil Nas rodas do samba Nightmare Nexos Oggi in Poi Olhando a vida de frente Oncotô? Pássaro Distante Pernambaiano Polly Mattos Retratos e canções Revisita da MPB Rosa Choque Sounds of Silence Ventania Wonderland Your Soul Vizinhos
a aldeia dos anjos afrodite almanaque do panis avesso do avesso batata transgênica bambu oco banana & etc beta poeta coisas que gosto muito comunicaos converse com meus neurônios convidada da vida cristalino crônicas da mônica engolimos a bolinha do mouse eeepa florata garimpando beleza jack não tá fazendo nada janelas abertas kálido koisas do piru leila eme levando a vida literatus madame min magma celeste maré no limite da razão petit de catre piparotte rabiscando o pensamento retalhos da alma sesmarias sonhos de ícaro um cantinho especial willxu Presentes
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Quem fez
|
:: 30 de janeiro, 2006 ::
com tinta do coração...
O quarto da Lu foi bem mais fácil. Tá lá, verdinho clarinho, como ela queria. E o melhor: tudo praticamente de volta ao lugar. Amanhã batemos uns preguinhos (com todo cuidado do mundo) pra pendurar as coisinhas delas e a ala sudoeste da casa tá pronta. É preciso registrar que minha adolescente predileta arregaçou as mangas e assumiu comigo o tchec-tchec que transformou o seu canto numa linda caverna. A rinite dela ficou meio nervosa com os dois sacos de lixo que foram para o lixo, levando muita energia estagnada. E ela ficou meio assim das letras de músicas do Simple Plan , que decoravam as paredes, sumirem quando o verde preencheu o espaço. Eu disse que ela poderia escrever novamente, se quisesse. Ela diz que agora não vai ter coragem. Tudo respira verde e azul pr'aqueles lados. Amém! Estou pegando as manhas da arte de pintar, como por exemplo a exata distância que a escada deve ficar da parede para que meu braço consiga atingir uma área maior, sem que minhas pernas tenham que subir e descer tantas vezes. Ou ainda a quantidade de água que devo adicionar à cal para que a mistura fique no ponto. Quando chegar no meu quarto vou estar tão craque que pintar a casa por fora vai ser mamão com açúcar. Isso tudo tem sido uma lição pra gente que - acho - se resume em: a gente só valoriza quando cuida. É. Só quando cuida. Agora chegou a vez da sala, que vai ganhar duas cores, a quatro mãos. Brigada, amor, por fazer parte dessa aquarela.
:: 27 de janeiro, 2006 ::
rir, teclar e trair...
Ri muito com a última matéria de capa da Veja. Só agora descobriram que a traição rola solta na internet??? Santa piriquita do bigode loiro! Que barbaridade, né? O mais engraçado são os depoimentos dos casais que, depois de vários pitis e até de separações chegaram ao seguinte acordo: teclar só sob supervisão!!! HAHAHAHAHAHAHA!! Tá legal!! Deve ser mesmo muito bom navegar pela rede com um pit bull rosnando ao lado. Ah, deve! E se há necessidade de supervisão então é zero de confiança, né não? E se a confiança é zero, que que eles fazem juntos? Ó céus, ó vida, ó crueldade!!! Ó. Negócio é eu voltar pras minhas pinturas por aqui porque o tempo ruge e a sapucaí é grande. Né JW? Falar nisso, 10 a O pra Débora Falabela de Sara. Marília Pera tá o ó. Vamos ver se melhora com o tempo. Tá bom, tá bom. Tô indo.
:: 24 de janeiro, 2006 ::
como é bom fazer feliz quem a gente ama
Ontem à noite pedi pra Gi dar uma ajeitada no quarto dela, guardar as roupas, catar a bagunça, jogar o lixo no lixo. Ela foi, meio jururu e quando achei que já tinha acabado, encontrei a pequena chorosa, deitada no único canto da cama que não tinha revistinhas espalhadas. Fui lá, tirar saber o motivo de tanta tristeza que, na verdade, eu já sabia. - Eu queria ter um quarto com as paredes pintadas, sem nenhum desenho horrível de pokemon ou digimon... Quando minhas amigas vêm aqui, elas ficam reparando que é tudo feio... E caiu no choro... Faz anos que combinamos de pintar a casa, mas nunca dá. Cheguei até a fazer um orçamento certa vez mas, pelamor dos meus baixinhos, caro pra encrenca. Fiquei com aquilo martelando na minha cabeça e - pô! sacanagem mesmo né? E pensando com meus botões me veio a idéia de comprar cal, bisnaguinha colorida e arregaçar as mangas, eu mesma. Ainda na cama, hoje de manhã, vi uma matéria sobre pintura de parede com cal, na Ana Maria Brega. Puta coincidência!!! Era pra ser mesmo!!! Quando meu pai saiu pedi que passasse numa loja de material de construção e trouxesse a encomenda. Enquanto isso, começamos a desocupar o quarto, um pouco veio pra sala, outro pouco pro quarto da Lu, até que o ambiente começou a fazer eco. Vazio. Os desenhos na parede com os minutos contados. Mal o avô chegou, Gi correu encontrá-lo e voltou com dois sacos de cal coloridos!!! Sim!!! Tem cal colorido!!! Que maravilha!!! E veio azulzinho, na cor que ela queria. Numa outra sacolinha, um pincel, uma brocha e três folhas de lixa. Foi engraçado ver a coiseta esfregando a parede, dando tchau pros bichinhos que um dia, não muito tempo atrás, eram suas obras de arte. É. As coisas mudam. Passamos o dia todo na lida, eu e ela. Ficamos as duas pintadas de azul. Da cabeça aos pés. Mas nem sei quantas vezes agradeci a Deus por estarmos fazendo aquilo. Pintamos tudinho duas vezes e ficou... bom não ficou uma belezura assim, como a pintura da La Brega, mas ficou legal, meio manchadão. Combinamos de deixar as paredes dormirem e, se precisar, amanhã pintamos mais uma vez. Gi foi pro banho reclamando que os pés ardiam. Eu encerrei minha tarefa embaixo da bica morna, lá fora, quase 8 da noite. Dói tudo: pernas - de tanto subir e descer do banquinho e da escada; braços - de tanto vaivém esfregando o azul na parede. Mas tô feliz. E ela também. Tão bom colorir a vida de quem a gente ama... faz bem pra alma da gente. Amém!
:: 22 de janeiro, 2006 ::
faxina, férias, família...
Pronto! Limpei a casa! Domingo não é dia de fazer isso? Claro que é!!! Segunda é que não é. Por isso antecipei pra hoje a chatice de cata-tudo, levanta-tudo, varre-tudo, passa-pano-em-tudo, volta-tudo-pro-lugar. Amanhã eu tiro o pó e passo a roupa que também já lavei hoje. Ensinei as meninas a lavar o banheiro e a limpar cada uma seu quarto. Também estamos dividindo as tarefas na cozinha: Lu lava a louça do café, eu a do almoço e Gi a da janta. Assim sobra tempo pra gente fazer nada juntas. Que é o melhor pedaço das férias. Fazer nada, ou então só fazer o que se tem vontade. No nosso caso, curtir a casa, o quintal, a piscininha. Que é o que temos à mão. Tem gente na praia, na montanha, na disney, na austrália. Eu vejo pela tv. Esparramada no sofá. Também gostaria que nossas férias fossem diferentes. Gostaria de poder proporcionar mais às minhas filhas. Gostaria também de dar uma fugida "lua-de-mel" pra algum paraíso. Mas isso não tenho às mãos. Se me revolto? Se fico p da vida? Se praguejo? Claro!!! Sou matéria uai!!! Não tem como. Por falar em "não tem como", tá na hora de dar comida pros cães. ...e e ô vida de gado, povo marcado ê, povo feliz...
:: 19 de janeiro, 2006 ::
dois dias, dois lados da mesma moeda
Cara Estranho aquele nome no papel. Dava a impressão que não tinha nada a ver comigo. Que não era pra mim. Mas era. Assim como o calor do sol na pele. Muito real. Onde é que eu ia mesmo? Ah! Supermercado. Melhor ir pela sombra. Mas que estranho aquele nome no papel. E que coisa estúpida é caminhar procurando a sombra, escondendo a lágrima e torcendo pra não encontrar ninguém conhecido. Me escondendo do sol. Das pessoas. Dos encontros. Coroa O som no último. Vaso por vaso, dei a volta na casa podando, regando, mudando de lugar. Me desculpei pelos cortes. Expliquei que eram necessários. As plantas resignadas, entregaram-se em minhas mãos. Ouvia umas dizendo às outras: - aguentem... dói um pouquinho, sangra, mas já já cicatriza e vamos ficar mais fortes e mais bonitas... isso... bebam bastante água, dirijam o pensamento pra coisas boas... nós somos aquilo que pensamos... pensem nas novas folhas e cores, nas possíveis flores... Eu ria e dizia bem alto: tá vendo dona Lana??? tá escutando isso???
:: 17 de janeiro, 2006 ::
*********
* Terminei o "Código" ontem à noite. E levei um susto quando percebi que, num dos posts abaixo, coloquei a imagem da pirâmide invertida para ilustrar minha vontade de conhecer o Louvre. Caraca, caracoles, caranguejos e caramujos! Tô bestinha da silva até agora. * Falar em besta e da silva, só pra não deixar passar batido, quer dizer que é só você chamar gisele, ter namorado o di caprio, ser ricona e famosona que tem o direito de desafinar um pink floyd rápido e chamar o presidente do seu país de coitado, no horário nobre do fantástico? Só pra saber. * Pra registrar: 6 dias de caminhada e sol pela manhã me transformam em outra pessoa. Muito mais feliz. E muito mais negona também. Fazia tempo que não vivia um janeiro assim com cara de verão mesmo. Benza Deus!!! * Temos ido tomar sorvete quase todas as tardes. E o que tem isso demais?? - muitos podem questionar. Nada! A não ser pelo fato de estarmos usando nossas pernocas para isso. E daí??? - perguntarão mais alguns. Daí que moramos a 4 quilômetros do centro da cidade e estamos descobrindo muitos caminhos pra chegar até lá. Bom demais. Aliás, sorvete é bom demais também. Bendito o gênio que inventou essa maravilha! * Banhei minhas pedrinhas coloridas na salmoura e deixei que tomassem sol e lua. Agora estão tinindo de energia. * Dei uma geral nos meus brincos. Quero ver se uso todos os seis furos das minhas orelhas. Tem uns ali que me acompanham há anos. Enquanto dava brilho neles com brasol comentei com as meninas que já quis ser hippie dessas que ficam na praça. Gi perguntou porque não faço isso agora. É. Por quê não? * Assim que Lu soube que eu tinha terminado o livro, caiu de boca nele. Tô apostando que ela dá conta dele em dois dias. Agora a pouco ela veio me perguntar se a pirâmide... - É sim, Lu, ela mesma! E a gente ainda vai ver essa coisa linda de pertinho! * Me inspirei na Mara do BBB6 e tô dando um banho de creme no cabelo. Por falar em BBB, meu voto vai pras duas. Coisinhas sem sal de tudo. Aliás, tá difícil achar gente temperada nessa edição. Mas claro que não vou perder nenhum "capítulo". Sim. Sou Boba Boba Boba elevada à 6ª potência. * Achei um absurdo aquela muvuca toda pra comprar ingresso pro show do U2. Coisa de índio tupi-guarani. No sentido mais perverso da coisa. Mesmo porque não tenho nada contra a raça e "se Deus quiser, um dia eu quero ser índio, viver pelado, pintado de verde, num eterno domingo." * Em tempo. Enquanto a Lu decide se volta ou não com o blog, vou usando o espaço lá. Porque ser normal é muito chato e causa rugas. No cérebro.
:: 15 de janeiro, 2006 ::
preço
Antigamente eu tinha esses ataques com maior frequência. Hoje entendo que aquelas faxinas serviam para preencher meu tempo. Pra não pensar no tempo que estava passando, ocupava o tempo. A qualquer custo. Agora que resolvi arrumar a estante da sala, paro no monte de fotografias e vejo álbum por álbum. Sem pressa. Foto por foto. Ano por ano. Tem muita história ali. Dá pra ver quantas vezes mudei a sala, os quartos, a cozinha, eu. Muitas coisas se foram e não voltam mais. Muitas outras ficaram e serão pra sempre. Não troco a paz e a tranquilidade de hoje por nada. Não tem bem material que valha meus pés no chão, minha cabeça leve e meu coração tum-tum mansinho.
:: 13 de janeiro, 2006 ::
prazeres
Algumas coisas me dão prazer nessa vida. Pequenos, médios e grandes prazeres. Hoje, depois de caminhar pelo quintal, refrescando meu corpo na bica d'água que fica ali fora, me veio isso. A delícia que é esse banho de bica. A delícia que é sentir o sol na minha pele. Os raios passando pelos buraquinhos do chapéu de palha e o prisma que se forma em uma gota que escorre pelo meu braço. Uma hora de sol por dia. Dois dias. E meu nível de energia começa a se mover. ****** Estou na página 288 do "Código". Quantos detalhes tem "A Última Ceia". ****** Essa semana me lembrei de todos os sonhos que tive. Recebi e fiz várias visitas. Hoje de manhãzinha acordei chorando depois de sonhar com o mar. Havia uma sensação boa que ainda não consegui definir se de reencontro ou de despedida. ****** Gosto de alguns sons. De música. Na mesma intensidade que aprecio o silêncio. Ultimamente tenho ouvido umas 44 vezes por dia o cd do Simple Plan, uma banda canadense que faz a trilha sonora das férias de Lu e Gi. Bom mesmo é ouvir as gargalhadas delas. ****** Hoje, além de ser sexta é dia 13. E além disso, teremos uma bela lua cheia ali atrás do muro. Não sei se dou uma volta de vassoura ou se uivo.
:: 11 de janeiro, 2006 ::
descobri!!!
Tem mais uma coisa que preciso fazer antes de abotoar o paletó de madeira!!!! Conhecer o Museu do Louvre!!!
Tenho que ver a Mona Lisa cara a cara. E a Madona das Rochas também. Tenho certeza que vou encontrar outras pistas na grande galeria... (estou na página 179 do "Código"... maravilha... maravilha!!!)
:: 10 de janeiro, 2006 ::
vida que segue...
Acabei de maquiar as meninas e tirar duas fotos delas: uma séria, outra rindo. Difícil foi fazer as duas ficarem sérias. Estou na página 59 de O Código Da Vinci. Comecei a ler ontem à noite e, como suspeitava, vou devorá-lo. Hoje começa o BBB6. Tava com saudade daquilo. Tô amando JK. Wagner Moura é dos bons. Adoro ele desde "dona Magali". Não estou de férias não. Licença-saúde. Mas essa é uma história pra contar outra hora. Depois de passar a primeira semana do ano comigo, Ricardo foi embora ontem à tardinha. Não gosto quando dizemos tchau. Me abraço nele, guardando o calor, o cheiro, o gosto. Acredito quando dizemos que vamos nos ver logo. Meu estômago grita: não aguento mais esses remédios!!! Nem eu... nem eu...
:: 08 de janeiro, 2006 ::
A arte de não adoecer
Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos". Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus. Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste". O bom humor nos salva das mãos do doutor. Alegria é saúde e terapia.
Recebi esse texto da Ana, minha amiga de Juiz de Fora. A autoria é do Dr. Dráuzio Varella. Gosto dele. Gostei do texto. Coisinhas que a gente já sabe de cor e salteado, mas esquece de aplicar.
:: 06 de janeiro, 2006 ::
se
se cada um carregar seu próprio peso, tudo ficará mais fácil. quando é que vamos entender que tudo começa dentro da gente???
:: 03 de janeiro, 2006 ::
contradição
Passo papéis da agenda velha pra agenda nova e dou por iniciado 2006. Tem uma carinha simpática esse número. Mas não estou me importando se é o ano do cachorro ou do javali, se a numerologia é favorável, se os astros vão nos dar uma trégua ou não. Finco mais os pés na terra. Sem deixar de abrir canais, túneis, viadutos, elevados e tudo o mais que possa me manter em contato com o universo. E sei - claro que sei - que só assim é possível a vida, essa imensa contradição.
|
|